EXCUSE ME, NO, I BELIEVE THE PROPER TERM'S EXCUSE YOU. I COULD SWITCH UP ON YOU NIGGAS AND START SHITTIN'.
COCK UP OF THE BITCHES

estilhaceis:

Eu te (des)conheci, e me pergunto como isso pode ter acontecido. Justamente comigo que, outrora, jurei nunca mais me deixar cair nas teias de caras que despertavam em mim um sentimento de “hey, cuidado aí, você já viveu isso antes e não terminou tão bem”. Mas eu fui contra meus pensamentos e achei que você era diferente. Pus um red flag junto dos meus sentimentos para sempre me lembrar de não sentir nada. Absolutamente nada. Mas o engraçado dessas histórias catastróficas, onde alguém sai totalmente ferido e destroçado, é que nem sempre precisa haver um sentimento a mais envolvido, porque quando você gosta de alguém, e aquilo é quebrado, dói da mesma forma. Você lembra quando conversamos e você descobriu meu histórico com caras meio merdas, que demonstram ser algo, e no final das contas eram outra coisa? Você lembra quando eu te contei que não suportaria outra decepção e você disse que a última coisa que queria era me machucar? O problema é que eu não me atentei ao “queria”, e acabei sendo lesionada. A ideia era ninguém sair machucado; era eu não me machucar; mas eu me machuquei, e a confusão na minha mente com o “e se” é inevitável. E se você for apenas um cara legal que foi destruído pela sua imaturidade e deixou que isso me quebrasse? E se você é apenas um cara filho da puta que tentou me conquistar pela minha queda por caras bons? E se eu realmente nunca te conheci? Mas e se eu tiver te desconhecido? Ah, o que nos mata é o “se”… Mas cá entre nós, dessa vez eu não quero descobri onde poderíamos ter chegado. E coração, estou orgulhosa de você por ter me escutado. Pelo menos uma vez na vida, e provavelmente a última.

Cordélia.

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